sábado, 18 de junho de 2016

10 DICAS PARA APRENDER INGLÊS SEM SAIR DE CASA




Quando o assunto é estudar inglês em casa, antes de mais nada, é preciso saber que ouvir, ouvir e ouvir o idioma estrangeiro é essencial para ter sucesso nessa missão. Entender a gramática cabe aos professores e não aos alunos. Quem pretende se dedicar à língua sozinho precisa se policiar para ter a disciplina de praticar diariamente, ouvindo, lendo e falando.

É importante inserir o inglês no seu dia a dia, com leituras, conversas via internet, filmes e música. Uma dica é traduzir letras de cantores famosos para o português, e pouco a pouco ir pegando o idioma. Reforçando o aprendizado autodidata da língua, o jovem tem grandes chances de ir melhor em vestibulares e provas que cobram o inglês.

Preparamos dicas essenciais para as pessoas que querem aprender inglês sem sair de casa. Veja a seguir 10 delas.

1 — Dedicação é essencial. Reserve de 15 a 20 minutos por dia para se dedicar ao inglês, incluindo os fins de semana;

2 — Ouvir músicas em inglês, mesmo nos momentos de lazer, pode ajudar muito a se familiarizar com a língua;

3 — Na hora de escolher o repertório do MP3, prefira aquelas canções das quais você gosta e os artistas com os quais se identifica;

4 — Se você estuda em alguma escola de inglês particular, mas quer complementar o aprendizado em casa, faça as lições e vá se adiantando no livro, mesmo que o professor ainda não tenha pedido. Isso irá ajudá-lo nas aulas;

5 — Quem é que não gosta de ler fofoquinhas sobre a vida das celebridades de vez em quando? Aproveite para acessar os sites em inglês que se dedicam ao tema;

6 — Procure exercitar sempre, mesmo que mentalmente, a tradução das frases do português para o inglês;

7 — Veja filmes, programas de TV e seriados de que você gosta acionando a tecla SAP. Quando não for possível tirar a legenda, prenda um papel na tela para tampá-la;

8 — Quando não entender a pronúncia de uma palavra, ouça-a várias e várias vezes. Se mesmo assim continuar não entendendo, a repetição deverá pelo menos ajudá-lo a ter uma boa noção do assunto;

9 — Redes sociais como Twitter e Facebook podem ajudar quem quer estudar inglês sozinho. Escreva frases, mande mensagens e tente conversar com os seus amigos em inglês;
10 — Vale lembrar que o convívio com o inglês diário faz com que o ouvido fique bem mais esperto com o som das palavras. Treine!

E você, tem alguma dica? Comente!


Até a próxima!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

AS GAFES QUE OS BRASILEIROS COMETEM AO FALAR INGLÊS


Em 2010, numa loja de roupas nos Estados Unidos, um brasileiro se encantou com uma camisa florida e, extasiado, disse para a vendedora: “see me that shirt, please?”

Acontece que o nosso “me vê aquela camisa, por favor?” não faz sentido nenhum em inglês. O nosso “ver” no sentido de “pegar” não funciona lá. “See” é só enxergar mesmo.

Parece piada, mas o fato, testemunhado por nossa equipe — não revelaremos nomes, ok? — é um dos muitos erros comuns que nós, brasileiros, cometemos ao falar o inglês. 

Pensando em nossos vícios de linguagem, fizemos uma lista com algumas das falhas mais frequentes. Aprenda a evitá-las abaixo.“Pull the car” e outras estranhíssimas traduções literais.
Em geral, as expressões que usamos aqui não têm correspondência direta em inglês — nem em outro idioma.
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Mesmo assim, costumamos traduzir gírias e locuções ao pé da letra. “Pulling the car” ou “puxando o carro”, para dizer que está indo embora, é um dentre muitos exemplos que deixam os gringos com interrogações sobre as cabeças. Nesse caso, o certo seria “I'm leaving", ou, se quiser usar a gíria, “I'm Outta Here”

Lembra da famosa entrevista do técnico Joel Santana em inglês? “Play very good” (errado!) em vez de “play very well” (certo!) é uma das pisadas na bola comuns para nós, brasileiros:

Em geral, as expressões que usamos aqui não têm correspondência direta em inglês — nem em outro idioma.



Problemas com o “did”

Professores estrangeiros notam que os brasileiros estão entre os que mais erram a formulação de perguntas no passado.

Ao usar o verbo auxiliar “did”, muitos falantes do Brasil costumam passar o verbo seguinte para o pretérito.

Resultado? Saem frases como “Did you saw that girl?”
Está errado. Lembre-se: usou “did”, mantenha o verbo no presente. O certo, então: “Did you see that girl?”. 

Your, her, his

No português, “seu” pode ser usado tanto na segunda pessoa quanto na terceira. Podemos dizer: “Você vai passear com o seu cachorro” ou “Ela vai passear com seu cachorro”.

No inglês, cada pessoa tem seu pronome possessivo. Mas o hábito faz com que muitos brasileiros usem “your” em vez de “his”, “her” ou “its”

Um exemplo: “ela passeia com seu cachorro” vira “she walks your dog”, quando o certo seria “she walks her dog”

O “sensible” de modo insensato

Os falsos cognatos – palavras que se parecem em inglês e português, mas têm significados diferentes em cada língua – são outra armadilha para nós.

Um erro comum é traduzirmos “sensible” para “sensível”. Uma pessoa sensível é, na verdade, em inglês, “sensitive”. “Sensible” significa “sensato”

“Actually” não é atualmente; “brave” não é bravo

“Actually” teria tudo para significar “atualmente”, mas não é. Em inglês, significa “na verdade”. Para dizer atualmente em inglês, use “currently” ou “nowadays”. Não tem erro.

O mesmo acontece com “brave”, que não corresponde, em inglês, a “bravo”, e sim, a “corajoso”. Se quiser dizer que alguém está irritado, prefira “mad” ou “angry”.

“I’m having an affair”

Para muitos de nós, a expressão “affair” diz respeito a um relacionamento casual — “um lance”, diriam os mais jovens. Aos gringos, não: é o nome que dão para relações extra-conjugais. Evite, portanto, dizer que está tendo um "affair" (ainda que esteja mesmo...). Para dizer que está tendo um lance com alguém use: “we’re having a thing”.


Este foi nosso post de hoje!
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Até a proxima.

:)

terça-feira, 14 de junho de 2016

8 SEGREDOS PARA MEMORIZAR VOCABULÁRIO EM INGLÊS COM MAIS FACILIDADE

Uma das maiores dificuldades ao se aprender um novo idioma é, certamente, decorar novas palavras. Por mais que os capítulos das aulas estejam divididos por temas, vira e mexe nossa memória nos trai e acabamos no “hã… hã… ahm...”.
Pois seus problemas acabaram! Este post vai te ensinar a memorizar vocabulários com simplicidade.

1. Busque imagens que te remetam à palavra que você acabou de aprender. Bald, que significa “careca”, lembra uma bola, que se diz “Ball”. Voilà! Assim, é só fechar os olhos e se lembrar da referência que você mesmo criou.

2. Faça uma lista de palavras, principalmente quando começar a estudar. Escrever ajuda a memorizar o que você já aprendeu em uma leitura.
3. Escreva suas próprias definições para as palavras. Faça isso de um jeito simples e amigável, e mantenha um dicionário pessoal, organizado por ordem alfabética. Assim, quando for estudar e quiser fazer uma consulta, terá tudo organizado.
4. Faça tudo em inglês! É sério − isso vai facilitar tanto, mas tanto a sua vida, que você perceberá que a simplicidade é a solução perfeita. Listas de supermercado, de coisas a fazer ou até pequenas anotações. Migre para o idioma que está estudando e o resultado aparecerá rapidinho.

5. Leia e ouça mais em inglês. Livros, jornais, revistas − devore tudo com um dicionário ao seu lado. Ao ouvir sua banda preferida, aproveite e cante junto com o vocalista, mantendo a tradução da letra ao seu lado − além de expulsar os demônios, você pratica a pronúncia.

6. Faça associações. Você pode fazer isso juntamente com as dicas 2 e 3. Pense em um assunto e procure listar o máximo de palavras relacionadas a ele. Pense em maneiras de combiná-las e imagine o contexto em que seriam usadas.

7. Use momentos aleatórios, como antes de dormir ou ao praticar um esporte, para a memorização.Novos vocabulários devem ser absorvidos de um jeito lúdico − bom para você, bom para o seu inglês!

8. E, por fim, “take it easy” − ou seja, vá com calma. Ansiedade é normal, mas você não vai aprender milhares de palavras em poucos meses. O vocabulário aumentará gradualmente e se fixará, para todo o sempre, na sua memória, se você aprender com foco na qualidade, e não na quantidade.